sexta-feira, 18 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Hino Nacional Informatizado
O vírus dos pilantras às mouses plácidas
De um pontocom um browser retumbante
E o UOL da liberdade em disco rígido
Brilhou no Excel da página nesse instante
Se open Word deu invalid
Conseguimos formatar no Macntoshi
Enter save, ó megabyte,
Desafio o nosso site a própria soft
Ó dábliu, dábliu, dábliu, dábliu
Cyber, cyber!
Brasil, um povo online, honrai os links,
De amor e de esperança download desce
E em teu formoso Excel risonho e Windows
A imagem do e-mail à tela address
Gigabyte pela própria Netscape
És belo, és forte até quando és moroso
E o teu cursor speedy essa tua senha
Tecla adorada
Entre outras news, eu imprimi
Ó pasta amada,
Dos zip deste BOL Esc mãe Pentium
Fax modem, Brasil!
quinta-feira, 20 de março de 2008
Seis dezesseis 6Teen
domingo, 16 de março de 2008
Foi assim
Por uma nova IGREJA hoje.
1) Os jovens são hoje a igreja de amanhã.
2) Os que batizam: Todos podem e deveriam, não somente os pastores ou diáconos. Até adolescentes podem acompanhar novos convertidos para serem por eles batizados. Os líderes da igreja deveriam conduzir seus irmãos até as águas, para comunhão do corpo, compartilhando deste belíssimo serviço.
3) As ceias deveriam ser servidas pelos adolescentes, com pão e bolo de trigo e suco de uva. em porções pequenas, mas significativas, onde o pão pudesse ser partido, onde gente pudesse se sentar no chão. As ceias de hoje são uma sombra daquilo que poderiam ser. Extrapolaram
seu simbolismo, até uma porção que não tem gosto de pão, onde não há sequer um gole de vinho. Um ceia restrita (substancialmente falando, não espiritualmente), que descaracteriza, EM PARTE, essa sua essencia de compartilhar, da comunhão, tornando-se (muitas e muitas vezes) só a expressão de um ritual e a repetição de um dogma. Ponderem sobre o que essa mudança, vez por outra, acarretaria.

4) Não são pregadores somente os pregadores. Deus quer usar seus filhos e filhas que hoje, pela proeminencia deste ou daquele lider, não tem acesso ao púlpito. Todo jovem deve pregar, anunciar, evangelizar e até mesmo dirigir cultos. Milhares de pregações tremendas estão guardadas nos corações dos jovens da igreja, que não o anunciam, porque seus líderes não compreendem a necessidade e a importancia desse fato.
5) Jovens deveriam, a cada final de culto, declamar a benção apostólica
6) São os jovens que devem ir a frente orar pelos enfermos, em conjunto com os oficiais da casa de Deus
7) O culto é lugar de desenvolvimeto das vocações. Obreiros devem ser chamados jovens para o ministério.
8) Não há crescimento de uma igreja que não acredita na sua própria geração.

sexta-feira, 14 de março de 2008
Quando criança...
quinta-feira, 13 de março de 2008
História e Glória da Dinastia Pato
Uma das mais importantes séries dos quadrinhos Disney foi publicada no Brasil, pela última vez, há 10 anos
Por Marcus Ramone (14/09/07)
Muito antes de, no Brasil, A História de Patópolis mostrar o surgimento daquela cidade e de seus habitantes mais famosos, e mais distante ainda de quando o quadrinhista norte-americano Keno Don Rosa concebeu A Saga do Tio Pati
nhas e estabeleceu a árvore genealógica da Família Pato com base nas aventuras clássicas produzidas por Carl Barks, a origem "oficial" daqueles personagens (e de outros que compunham seu universo) foi criada na Itália.
Publicada pela primeira vez em
Guido Martina nos roteiros, Romano Scarpa e Giovan Battista Carpi nos desenhos e Giorgio Cavazzano na arte-final foram os mestres Disney responsáveis por essa grande saga em oito capítulos que fez sucesso não apenas na Itália, mas também no Brasil, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Grécia, Noruega e Suécia, países que publicaram a série mais de uma vez, tanto na forma seriada quanto em edições encadernadas.
No Brasil, História e Glória da Dinastia Pato estreou em julho de 1974, espalhada em alguns títulos da linha Disney da Editora Abril, e foi republicada em edições únicas

Em fevereiro de 2005, quando a saga completou 35 anos, um episódio inédito foi produzido e publicado na Itália, em uma edição especial comemorativa.
Assim, fica a sugestão (ou seria apelo?) para a Editora Abril republicar a História e Glória da Dinastia Pato em formato americano e acabamento de luxo, quando a série completar 40 anos, em 2010.
Enquanto isso não acontece, vale reviver cada um dos capítulos dessa importante saga do universo Disney. Boa viagem ao passado!
- O Segredo do Baú (Tio Patinhas #108, julho de 1974):

Tio Patinhas e os sobrinhos, com a ajuda do Prof. Pardal, vão à Lua resgatar de uma cratera o baú histórico do pato muquirana que contém preciosas moedas antigas representativas da árvore genealógica da Dinastia Pato e que poderia ser descoberto por astronautas patopolenses em missão no satélite natural.
- Os Papiros de Pah-Tih-Nhas (Almanaque Disney #38, julho de 1974):
Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho, guardando em casa o baú do Tio Patinhas, pegam uma moeda com a efígie de "Cleopata" e uma névoa mágica envolve o local, mostrando imagens do que aconteceu há 2500 anos no Egito.
Começa, então, a História da Dinastia Pato, com os ancestrais de Tio Patinhas e os sobrinhos às voltas com os primeiros Irmãos Metralha e contando com a ajuda do antepassado do Prof. Pardal para construir uma pirâmide que guardaria a fortuna do velho pão-duro.
- Ave, César Pateticus (Mickey #262, agosto de 1974):
A fim de esconder melhor seu "rico dinheirinho", Pah-Tih-Nhas segue para Roma e adota o nome de Patinius, é perseguido pelos Metralhas e Bafus, o Gladiador (antepassado de João Bafo-de-Onça), e ainda tem que lutar contra os ardis do Centurião Pataconcius. Mas, com a ajuda do Imperador Pateticus (um ancestral do Pateta), o pato e seus sobrinhos conseguem se safar.
Nesta edição, a Editora Abril presenteou os leitores com um pôster da Dinastia Pato.
- O Tesouro e o Dragão (Tio Patinhas #109, agosto de 1974):
Na Escócia do Século XIV, Patinius é um nome reverenciado e conhecido pelo título de Mestre de Economia. Seus descendentes, como o ricaço Mac Patinhas, continuam enfrentando a nova geração de Metralhas e Patocônico, mas dão continuidade à linhagem da Dinastia Pato e à dinheirama do mais rico integrante dela.
- Dom Donaldo de Las Penas, o Grande Toureiro (Almanaque Disney #39, agosto de 1974):
O ano é 1492, na Espanha, e Donaldo vive às turras com seu primo Gastonete para conquistar o coração da bela Margarita. Seu tio rico, Patiñas y Patiñas, considera o sobrinho um inútil, mas quando os toureiros da cidade de Sevilha entram em greve e o show não poderia parar (pois seria prejuízo para o velho muquirana, dono do espetáculo), a saída foi transformar o pato desmiolado em um ás da arena. É claro que não deu certo e, ao fugir do touro enfurecido, Donaldo foi declarado campeão de corrida de obstáculos.
A aventura traz a participação especial de uma ancestral da Minnie, como rainha da Espanha.
- O Corsário Mascarado (Tio Patinhas de Ouro #1, junho de 1979):
No Século XVII, o Corsário Mascarado (antepassado do Pato Donald) é declarado fora-da-lei pelos espanhóis que tomaram a Flórida. Depois de muitas perseguições, ele e os sobrinhos trigêmeos conseguem fugir da colônia ao lado do seu tio Patinholês, carregando o baú que passava de herdeiro a herdeiro desde os tempos de Pah-Tih-Nhas.
Este capítulo não foi publicado na primeira vez da História e Glória da Dinastia Pato no Brasil, mas a partir de Tio Patinhas de Ouro #1 apareceu em todas as republicações da saga no País.
- No Mississípi (Mickey #263, setembro de 1974):
Durante a Guerra Civil norte-americana, Tio Patinhas e seus sobrinhos são perseguidos pelos Metralhas e o Patacôncio no rio Mississípi. Entre muita ação e confusões, os patos conhecem o general Mickey e o soldado Pateta, e ainda saem no lucro ao encontrar platina em uma mina abandonada pelo Patacôncio.
- O Segredo do Tesouro (Tio Patinhas #110, setembro de 1974):
Nesta aventura, é mostrado um pouco da infância do Tio Patinhas, e a história volta aos tempos atuais.
O pato avarento quer dar uma sova nos sobrinhos porque eles haviam mexido em suas moedas mágicas. Mas, ao contar sobre a fortuna de Pah-Tih-Nhas, mostrada no início da saga, Donald detém a fúria do tio, que logo depois parte em busca do tesouro.
E o resultado, como em toda boa história dos patos, foi o encontro do Tio Patinhas com milhares de moedas de ouro.
Marcus Ramone releu 40 vezes a saga da História e Glória da Dinastia Pato, só nesse ano de 2007. Talvez seja por isso que, sempre quando fica nervoso, ele exclama em voz alta: QUACK!
* extraido de http://www.universohq.com/quadrinhos/2007/DinastiaPato.cfm


































