quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sobre a possibilidade

Sobre a possibilidade












E essas pequenas contradições para o ministério?
Já imaginou uma escolha errada, dessas que leva a nossa vida num caminho, aparentemente,  sem retorno? Um casamento malfadado, uma carreira mal escolhida. Conhecer alguém que talvez fosse melhor que não tivéssemos encontrado. A vida é extensa e complexa. É complicado viver. Não é difícil corromper os ideais de fé e de autoridade com que um dia nos comprometemos no início da carreira, aquele ajoelhar diante de Deus que foi o início de tudo. 

Aquela pregação que nos fez sonhar em realizar grandes coisas, que nos motivou a seguir em frente, a tomar um rumo e continuar nele. E se tivermos rejeitado parte desses ideais e inconscientemente, sufocados pelas grandes tribulações da vida, pelas decepções imensas e dolorosas, substituímos o sonho, por uma anuência assim como a dádiva por uma sombra? Você sonhou com rios de fogo e só viu fósforos. Você confiou em profecias que jamais vieram a se cumprir. Você deixou de lado a possibilidade de algo excepcional em troca de um certo conforto espiritual. Eu gosto de brincar com o termo "possibilidade", assim, sozinho, sem adjetivos ou complementos que completem o raciocínio, simplesmente 
"possibilidade". Quando eu era pequeno me lembro de ter visto uma barata morta e me peguei olhando em direção a uma tomada da parede. Tal como num doutor Frankstein alucinado, meus olhos se acenderam. Tinha tido uma idéia. E se ela pudesse voltar a viver? Não foi preciso dizer que quase torrei a instalação elétrica lá de casa. Era ela. A possibilidade. Quando me falavam que era possível voltar no tempo, um colega meu de curso técnico falou que estava construindo um equipamento com emissões de ondas que poderia realizar o feito. Eu não sabia se ria ou se chorava. Mas, outra vez a bandida estava lá. Tanto que ela, a possibilidade, acenou para mim. E de novo meus olhos se acenderam. Foi assim quando a minha professora do ginásio, professora de francês sorriu para mim, por um motivo qualquer. Eu, franzino, de óculos e cheio de espinha, reinterpretando aquele sorriso a luz de remotas esperanças, vislumbrei de novo a bandida. A tal da possibilidade. Quando eu tirei zero na prova de máquinas elétricas, aquela matéria horripilante da dependência do curso de eletrotécnica, e soube que o professor daria uma última prova, anulando todas as outras; e quem tirasse acima de 6,0 estaria aprovado, eu que nunca tirei nota acima de 3,0 naquela disciplina senti de novo o toque suave da dita cuja. Essa meliante. Essa obstinada. Essa louca que aponta para lugares nunca vistos, para patamares jamais alcançados.
Aqui neste lugar, novamente após tantos anos, me deparo com esta velha conhecida.

A possibilidade disse quando eu ainda procurava um emprego, que um dia eu teria filhas.
A possibilidade disse para mim que eu ia passar naquela maldita prova de máquinas elétricas.
Porém, as vezes parece que ela brinca. Mente, engana, destrata. Ela fala de coisas absurdas. Coisas que parecem que nunca irão se realizar.
Mas, entendi que ela é imparcial. Ela é como uma lei, se algo pode ser imaginado pelo homem, ela virá ao encontro deste homem.
Eu vejo a possibilidade diante de mim. De irmos além do véu e conhecermos o poder, a unção e a autoridade, do modo como homem algum jamais concebeu.
Eu vejo a possibilidade de toda uma congregação ter os olhos abertos e de uma feita perceber os anjos e os céus queimando sobre suas cabeças. Eu vejo uma Igreja, um reino, um povo que deixando de lado o medo se atira na aventura dos dons do Espírito Santo, e se deixa consumir pelo fogo que queima do altar.

E vejo a possibilidade de transformar meus erros em acertos, meu medo em triunfo e meu desespero em nada mais que uma coceira incomoda no nariz. Eu vejo além do que me envolve e do que eu possuo. Ainda que eu possua muito pouco.  Porque quem me acena para seguir em frente tinha uma cruz para ultrapassar e como se não fosse o suficiente contornar, atravessou a bandida e pulou de volta do túmulo ao qual por sinal, não tinha condições de possuir. Era muito caro aquele jazigo perpétuo.  Então não há um final divisável apesar da tormenta, e os prognósticos dos especialistas não levam em conta o absurdo da fé manifesta. E a desgraça de hoje se curvará de joelhos diante das ordens daquele que sempre será o dono do amanhã.  



Necessidade










Vivemos numa época de tremendas transformações sociais. Tecnologia, violência, guerras, fomes, mudanças climatológicas, degradação do solo, poluição das águas, escassez de recursos hídricos, problemas com matriz energética, oligopólios, dominações econômicas, racismo, segregação social, pobreza, focos de epidemias na Ásia, atos de terrorismo em Londres, na Espanha, nos EUA, grandes desastres ecológicos, mudanças de diversas ordens, renascimento e generalização de práticas de magia e ocultismo, crescimento do ceticismo, dos movimentos heréticos, surgimento de novas religiões, esvaecimento de padrões morais, escândalos diversos nas variadas denominações cristãs, desagregação da família. Convulsões sócias diversas, que vão desde massacres de etnias, ao tráfico de pessoas. Servidão escrava nos países asiáticos, prostituição servil em prostíbulos da índia, guerras urbanas causadas pelo tráfico de drogas.

Como a igreja de Cristo subsistirá num ambiente de crescente rejeição ao evangelho se não exercitar os dons sobrenaturais do espírito de Deus?

Os dons espirituais são parte essencial e importantíssima do ministério do Corpo de Cristo na terra. A luta da igreja não está focada somente no ambiente de desagregação social que lhe cerca. Ela também tem que combater contra forças espirituais da maldade nos lugares celestiais. Ela enfrenta a cada manhã ao inferno, a cada entardecer às potestades, a cada anoitecer aos principados do império das trevas.

Igrejas têm sido massacradas e ministérios destruídos por rejeitarem a provisão dos dons espirituais.
 Apocalipse é claro quando nos alerta do crescimento de falsos mestres, falsos, líderes, uma falsa assembléia que exibe e ostenta uma falsa teologia que nega:

1) A eficácia do Poder de Cristo;
2) As curas sobrenaturais operadas pelo espírito santo
3) As revelações outorgadas aos servos de Deus mediante operação dos dons;
4) A relevância da profecia inspirada e sobrenatural como revelação imediata para os dias atuais, dentro do contexto em que vivemos abraçando a realidade na qual estamos inseridos;
5) As manifestações sobrenaturais diversas concedidas pelas tremendas operações do Espírito Santo;
6) A importância das revelações, orientações, encaminhamentos, descrição da vontade divina por meio de Palavra de Conhecimento, Palavra de Sabedoria, Profecia e Discernimento de espíritos.
7) A base para tudo que diz respeito ao crescimento da Igreja que é conhecer de antemão a vontade de Deus para realização de modo eficaz dessa vontade revelada.

    A igreja nasce com um caráter sobrenatural e SÓ permanece em virtude dessa essência de poder, unção e AUTORIDADE ESPIRITUAL OPERANDO CONTINUAMENTE NAS ESFERAS DE SUAS ATIVIDADES.  
Churches have been massacred and destroyed ministries for rejecting the provision of spiritual gifts.

  Revelation warns us of course when the growth of false teachers, false leaders, a meeting that displays false and bears a false theology that denies:

1) The effectiveness of the power of Christ;

2) The supernatural cures operated by the holy spirit

3) The revelations granted to the servants of God through operation of the gifts;

4) The relevance of inspired prophecy and supernatural and immediate disclosure to the present day, within the context in which we live embracing the reality in which we operate;

5) The supernatural manifestations given the tremendous number of operations of the Holy Spirit;

6) The importance of the revelations, counseling, referrals, description of the divine will through the Word of Knowledge, Wisdom, Prophecy, and Discerning of spirits.

7) The basis for everything related to the growth of the Church is to know beforehand the will of God to carry out effectively this revealed will.


     The church is born with a supernatural character, and ONLY because of this essence remains in power, anointing and SPIRITUAL AUTHORITY OPERATING CONTINUOUSLY IN AREAS OF THEIR ACTIVITIES
     


    Cristo chamou e consagrou para si uma igreja que pudesse desenvolver um compromisso com seu Espírito, esse compromisso é parte do legado da Cruz, é parte da essência da Encarnação, é esperado que seja alcançado por todo homem que ousa dizer que possui como fonte de sua vida o evangelho de Cristo.
    Não existe expectativa bíblica do desenvolvimento perfeito de uma igreja que não abrace de maneira concreta, crescente, ousada e de modo perene a estratégia divina da manifestação dos poderes celestiais mediante o exercício dos dons espirituais.
     Nunca existiu e nunca existirá um ministério que possa alcançar vidas que não possua um caráter sobrenatural.
    A essência da pregação evangélica é milagrosa por definição.
    Jesus não se define filosoficamente, o evangelho não transforma por imitação de padrões morais e as Escrituras nada podem realizar por um homem que não creia que Deus é capaz de realizar coisas além do alcance da esfera do conhecimento humano ainda hoje.  
    Escolas teológicas que historicamente rejeitaram a instrumentalidade, o uso, a consciência do poder e da presença sobrenatural de Deus através de uma prática de culto, de vida, de postura, de esperança e de busca que compreendesse dons espirituais criaram professores mortos-vivos, que agem quais entidades fantasmas que vivem entre duas esferas, sem se decidir nem pelo ceticismo e nem pelo reconhecimento do caráter milagroso do Evangelho.
    A pregação do evangelho é tão permeada pela necessidade do poder de Deus, que Paulo compara sua pregação com a pregação do evangelho da glória.
     Não existe meio termo, as ESCRITURAS NÃO aceitam em hipótese alguma uma posição mediana diante do Poder, da Autoridade, da Unção, dos Dons, da fé que opera maravilhas, da fé que chama a existência as coisas que não são.
    Não existe relativismo bíblico quanto ao poder de Deus presente e operacional no meio da igreja desde seu início e para todo sempre. Toda congregação, todo pastorado, toda reunião que desrespeita essa orientação venal da Vontade de Deus, acaba em nada.  
    Vivemos em meio ao abandono espiritual de milhares de congregações, ao adultério de obreiros, a desorientação de adolescentes, a gravidez precoce, ao aborto, a desonestidade nos negócios, a proliferação de vícios, a desistência de vocações VERDADEIRAS. Esse quadro tem algumas causas fundamentais.

    Incredulidade.
    Desobediência.

    Pastores choram pela destruição de lares de suas congregações ao mesmo tempo em que pregam OBSTINADAMENTE contra essa vocação sobrenatural a qual deveria iniciar nas vidas das crianças das igrejas.
    O grupo de lideres busca por seus meios, por seus esforços, por suas próprias idéias a unidade que jamais pode ser alcançada por recursos humanos.

    O Espírito Santo não pode ser tolhido por doutrinas amaldiçoadamente mentirosas. A rejeição dos dons e a falta de seu exercício de modo geral, não impedem que individualmente crentes que consideram de modo sério às escrituras de alcançarem essa dimensão espiritual em suas vidas.
    Vivem alguns uma dicotomia sem precedentes. Milhares de adolescentes e mesmo crianças em nossas igrejas estão sonhando sonhos dados pelo Espírito Santo a cada noite.
    Milhares de pessoas são incomodadas para realizarem coisas que não fariam naturalmente por uma intuição profunda dada pelo espírito Santo.
     Outros milhares estão tendo visões que não sabem compreender porque seus líderes nada conhecem sobre o assunto. Vivemos numa época de tremenda hipocrisia.
    No exercício das manifestações dos dons, desejos e vontades humanas, intenções reais dos corações são manifestos. Os dons espirituais acarretam perigo imediato contra toda atitude impensada dentro da assembléia. Na medida em que o eixo de autoridade passa das mãos de líderes para o Espírito, em que juntos CONSIDERAM & EXAMINAM o teor, a relevância, a veracidade e a sobrenaturalidade das revelações, posições são mudadas, posturas são modificadas, planos são desfeitos, metas são estipuladas, mas agora, não mais pelo CONSELHO humano, mas PELA PALAVRA DIVINA.  Isso muda o culto. Muda o caráter da pregação, transforma a adoração, destrói premissas, liturgias, declarações e promulgações de fé, torna o imobilizado da tradição, o repetido por décadas, em algo inesperado. Existe um alto grau de comodismo na rejeição dos dons. Existe o medo. Essa transição entre o GOVERNO HUMANO e o GOVERNO DIVINO das coisas da igreja em que as decisões antes de ordem intelectual, moral são agora baseadas em VISÕES, REVELAÇÕES, PALAVRAS DE SABEDORIA, CONFIRMAÇÕES SOBRENATURAIS é tremendamente amedontrador.
     Essa é a proposta do Evangelho. O farisaísmo tem suas vertentes evangélicas. Quando Jesus abria sua boca, todo o mundo teológico no qual eles tinham baseado suas vidas desabava. Todas as suas certezas baseadas em códigos, em exegeses rabínicas históricas, em prescrições de seus livros sagrados além das escrituras, na interpretação de sua tradição, viravam pó.
    Viver segundo os dons espirituais é trilhar o desconhecido, é deixar de lado a segurança dos manuais de exegese, do mundo de comentários teológicos fruto de centenas de anos de erudição, de lado, dando ênfase a um ENSINO E UMA EXEGESE que tenha por ÊNFASE a vontade de Deus, mas não a "vontade de Deus" àquela que é subtendida do que está escrito, cujas porções escolhidas serão utilizadas para definir o que há de ser, mas pela VONTADE DE DEUS, que é manifesta nos sonhos das crianças, nas visões dos jovens, nas palavras proféticas dos idosos, nas revelações dadas ao grupo de  ministério, nas palavras de sabedoria concedidas em momentos especiais, em sinais, prodígios e maravilhas que orientam, delimitam, confirmam os atos ministeriais.  
     
    O que fazer então, Ó Welington?
1) Reúna-se com seus líderes e ore para que todos recebam os dons espirituais, a saber, os nove: a) Palavra de Sabedoria;b) Palavra de Conhecimento; c) Profecia; d)Interpretação de línguas;e) Fé; f) Operação de milagres; g) Discernimento de espíritos; h) Línguas estranhas;
2) Orem pelas crianças e pelos adolescentes, eles naturalmente sonharão com orientações dadas por Deus, anotem os sonhos, compare sonhos de vários deles, ore para que Deus INTERPRETE o conteúdo dos sonhos e para que o ministério saiba separar o lixo do que é importante, o sonho fruto do rodízio de pizza dos sonhos com significados;
3) Quanto mais importantes forem as revelações, mais repetidas elas serão e também por pessoas diferentes, sem prévio conhecimento do que está acontecendo, que serão envolvidas por Deus para confirmação do que Ele deseja realizar.; Deus repetirá de várias maneiras coisas que são importantes e imprescindíveis para o crescimento do corpo local;
4) Jamais se desloquem em grupo sem prestar atenção aos sonhos, as orientações, a revelações dadas aos membros honrados, conhecidos, de reputação notória, comprometidos, somadas a oração, intercessão, vontade REAL de conhecer e realizar o que Deus estiver orientando. VIVEMOS NUM MUNDO DE TREVAS E DE PODERES ESPIRITUAIS DE MALDADE. Que podem atentar contra a integridade dos jovens, contra a vida de nossos filhos, contra a saúde dos membros de nossas igrejas. O inferno possui um mundo humano incrédulo, místico, ocultista, cabalista, desafeiçoado, maligno, à sua disposição. Nós não morremos com adagas espirituais enterradas nas costas. Mas, foi a opressão que levou o rapaz a embebedar-se e a dirigir com imprudência. Outro é tomado por um espírito de loucura e entra numa escola americana e dispara contra vários adolescentes. Uma das funções dos dons é PROTEÇÃO. Um sonho impede que José volte para a cidade onde Jesus teria a morte certa. Uma revelação impede que dezenas de jovens da corte de Nabucodonozor sejam decapitados pela ira do rei, quando Daniel desvenda o mistério do sonho que o rei esqueceu.  Jesus quando vivia entre nós atuava não como DEUS mas como um homem UNGIDO, nas situações que lhe cercavam. Fazia parte do mistério de sua Encarnação que ele se submeteria ao Espírito, conforme o texto de Isaías " O Espírito do Senhor me ungiu para proclamar as boas novas e o ano aceitável...". Filipenses diz que ele se esvaziou a si mesmo, e Satanás o tentou a tomar posse de sua DIVINDADE na tentação do deserto, que ele rejeitou para cumprir seu ministério, o que nos leva a ver que no mar da galiléia é uma operação sobrenatural do Espírito Santo sobre a pessoa de Cristo que realiza o milagre de acalmar o mar. A igreja (Jesus e os discípulos) no barco é preservada pelo poder do Espírito Nós (o corpo de Cristo) somos preservados pelo poder do Espírito.
5) Não tenha medo dos sentimentos que virão, das sensações, da queimação, da euforia, da alegria, do quebrantamento, das lágrimas, do amor abundante, das mudanças ocorridas no seu interior durante a manifestação dos dons espirituais.
6) Imponha as mãos sobre os jovens, sobre os adolescentes, sobre as crianças, sobre as grávidas, sobre os idosos. Mantenha o costume de impor as mãos sobre seus filhos a cada noite, de invocar o poder de Deus, de solicitar a proteção divina, a presença de anjos, a cura de toda a enfermidade. Ore com ousadia, busque com fé. Imponha as mãos sobre seus irmãos e irmãs, invoquem a graça, a liberdade do Espírito, a transformação dos corações, o perdão dos pecados, a renovação espiritual, clamem pela manifestação da alegria e do gozo da presença de Cristo no meio da família, dos ministérios.
7) Cantem, salmodiem a Cristo, deixem-se usados por novas melodias, por letras inspiradas na hora, por improvisos e salmos instrumentais, por movimentos naturais do corpo em adoração. Sem excessos, please.
8) Acostumem-se a adorar a Deus antes de qualquer aula, palestra, ensaio, reunião, encontro.
9) Contem as visões durante os cultos, escrevam-nas, quando os corações forem fortemente compungidos pela presença e pelo Espírito de Deus, levantem e dirijam-se até os dirigentes e declarem o que o Senhor lhes entregou.
10) Sejam símplices, responsáveis, alegres, coerentes. Sejam amáveis, abracem-se, sejam carinhosos. Creiam firmemente que Deus deseja e irá usar a cada um para o crescimento da igreja, através dos dons.
11) Amem-se verdadeiramente, orando uns pelos outros para que todos possam ser abençoados, edificados, aperfeiçoados, alegrados.
12) Ore para que os dons sejam manifestos nas crianças e nos adolescentes.

Envolvam-se nessa aventura fantástica. Crendo, buscando com temor, querendo como crianças participar de uma vida plena da presença, do poder e da Autoridade concedida para e pelo desenvolvimento do Corpo de Cristo,

Nessa audaciosa vida de intimidade com Deus.




Como sempre.

Certo dia no Tabernáculo





-     Tem certeza que eu tenho que entrar ali?
- Tenho.
- Pelo que eu saiba, você é o profeta.
- E pelo que eu sei você é o sacerdote.
- Dá um tempo, Moisés! Quem é que passou 80 dias falando face a face com Deus? Eu? Lembra do dia em que o santuário foi consagrado?
- Lembro.
- Diz pra mim se você conseguiu entrar nele.
A roupa de Moisés reflete o brilho das pedras preciosas peitoral do juízo da roupa de Arão. O sol do entardecer dá a elas um aspecto de incandescência. Moisés sorri.
- Não. Não tinha condição. A unção não permitiu que eu sequer suportasse estar de pé.
-  E você espera que eu entre ali, Moisés?
- Espero, Arão.
- E se eu morrer Moisés?
- Arão, se Deus quisesse que você morresse, não tinha te consagrado Sumo-sacerdote.
- Moisés. Estou com medo.
- Eu sei, Arão.

A coluna de fogo começava resplandecer sobre o teto do tabernáculo. O vento norte fazia o linho trançado dos muros estalar como trovões. Era o primeiro ano. A primeira vez que Arão entraria sozinho no lugar santíssimo.
- Lá dentro é muito escuro
- Eu sei Arão.
- E se eu tiver esquecido de confessar algum pecado?
- O Senhor é misericordioso. Coragem.  Moisés tenta conter o riso.
Arão se dirige para a bacia de bronze, para lavar suas mãos.
- Mas, e se eu esqueci, Moisés?
Moisés firma o cajado nas mãos e se afasta da porta do santuário. Um dos filhos de Arão lhe entrega a bandeja de prata com o sangue do cordeiro. Arão empalidece.
Moisés suspira. Enquanto se afasta dá para escutar os joelhos de Arão batendo. Suas roupas ainda tem o cheiro do azeite que ele havia derramado abundantemente sobre  Arão a um ano atrás.
Moisés levanta o cifre do carneiro que vez por outra levava consigo, onde guardava o azeite e o balança para que Arão veja.
Arão grita:
- Grande consolo. Roupas ungidas queimam mais rápido, sabia?
Moisés não se vira para retornar o comentário.
Ele vai sobreviver.
Ele vai sobreviver.

Patamares


Patamares de adoração.

Since the appearance of Christ,  the new songs are wrapped in a beautiful meaning. Jesus is "God with us" is the "beloved" mentioned in the book of Song of songs , he is the manifestation of the "Word of God." This exalted word in Psalm 119. The mystery of the priesthood is deciphered through Christ. He is the solution of the mystery of the ministry of priests.

मसीह की उपस्थिति के बाद से, नए गाने एक सुंदर अर्थ में लिपटे रहे हैं. यीशु "परमेश्वर हमारे साथ" "प्यारी" गाने के गाने की किताब में उल्लेख है, वह की अभिव्यक्ति है, "परमेश्वर का वचन." 119 भजन में यह महान शब्द. याजकपद का रहस्य मसीह के माध्यम से deciphered है. वह याजकों के मंत्रालय के रहस्य का समाधान है.
 
 
Didaticamente falando, pensando nos motivos da adoração a Deus e no desenvolvimento desses motivos:
Primeiro patamar
Até a ressurreição de Jesus os louvores cantados por Israel eram baseados nos livros dos Salmos, onde era exaltada a Obra de Deus para com seu povo, seus atos salvadores, suas maravilhas. As festas judaicas comemoravam:




AS FESTAS
a) A libertação do Egito (Pessah - Páscoa);
b) A festa dos tabernáculos, festa das colheitas, onde os judeus lembravam duas coisas: Construíam cabanas de folhas para lembrarem que habitaram tendas, 
c) Festejavam o início da primavera com a provisão divina da fartura dos olivais e das vinhas, etc.;
d) O livramento de Ester, a festa de Purim, relembrando a salvação do povo judeu da aniquilação sob a dominação Persa;
e) Os cânticos de peregrinação até Jerusalém para comemoração das festas religiosas (oriundos dos salmos);
f) As celebrações pela reconstrução de Jerusalém após exílio babilônico;
g) As comemorações usando o livro de Cantares de Salomão, casamentos, noivados, lido na festa de Purim; 
h) Os cânticos nos cultos matutinos e vespertinos no Templo;
i) As festas do pentecostes, 50 dias após a páscoa, festa de adoração para festejo de Israel por todas as graças concedidas nas outras festas, no ano, pelo fruto da colheita, etc...
j) Jesus cantava os hinos e vivia debaixo desta adoração nacional, da cultura de Israel.
O MESSIAS
Porém, seria Ele o objeto da adoração, ainda não revelado aos olhos da nação. Ele seria o Cordeiro que tira o pecado do mundo, ele era o Messias, o Esperado, o Desejado das nações. Todas as festas falavam dele. O sacerdócio apontava para ele. No dia da expiação, quando o sumo sacerdote entrasse no santo dos santos levando o sangue de um cordeiro, era ao fato profético de sua morte, ressurreição e apresentação como Sumo sacerdote eterno diante de Deus nos céus, que ele estaria fazendo referência.
UM NOVO CÂNTICO
A partir do advento de Cristo, os cânticos são revestidos de um novo sentido. Jesus é "Deus conosco", é o amado do livro de Cantares, é a "Palavra" exaltada no Salmo 119. O sacerdócio é decifrado em Cristo. Eleé a solução do mistério e da finalidade do ministério.
Segundo Patamar
É dado início a dois novos patamares de louvor:
SOB A LUZ DA REVELAÇÃO
O segundo sendo o da renovação da comunhão dos cânticos da velha aliança, sob a luz da revelação divina de Jesus, da visitação do Senhor;
MANIFESTADO O SENHOR
o objeto da adoração invisível, agora manifestado em carne. A igreja recém nascida entoa os antigos cantos com renovado e próximo significado.
Terceiro patamar
CUMPRIMENTO PROFÉTICO
O terceiro patamar de louvor é dado início com o cumprimento profético na pessoa e vida de Jesus: Cânticos proféticos são entoados, o "está cumprido"; o prometido chegou! Fomos libertos do império das trevas!  Há um movimento do Espírito dando a luz novos salmos, novos cânticos. O Velho sacerdote Simeão é tomado pelo Espírito e brada: "Despede em paz teu servo, pois já meus olhos contemplaram a tua salvação!" Maria é cheia do Espírito e entoa o primeiro cântico espiritual da nova aliança: "A minha alma se alegrou, meu espírito regozijou..."
A história é revista pelo ponto de vista do cumprimento das promessas.

O Messias é vindo.  Novos salmos começam a ser dados pelo Espírito Santo, assim como este já os havia ensinado a Davi.

O MINISTÉRIO DE CRISTO

O ministério de Jesus opera uma nova corrente de adoração, a daqueles que são gratos pelas curas maravilhosas feitas por Ele. Filhos e irmãos são ressurrectos. Leprosos são curados. Cegos de nascença enxergam. Uma história começa a ser contada em cânticos de livramento: "Eu só sei que era cego, mas agora vejo!"

NOVAS REVELAÇÕES

Novas e tremendas revelações sobre a adoração são dadas ao crente do novo testamento, sendo conhecida uma profunda e assombrosa realidade musical. No velho testamento não há nenhuma sinfonia relacionada a aparição angelical.

O CÂNTICO ANGELICAL

Mesmo nas exuberantes visões de Ezequiel, onde existe profusão de movimento, não existe indício de música. Nas fortes visões de Isaías, existe o ruído como o de corredeiras; Há uma proclamação repetida, rítmica e cadenciada: "Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos" feita por Querubins, que são seres angelicais, contudo ainda falta uma melodia, é somente falado, não é cantado. Não existe música. Não há canto angelical.

 Nunca fora mostrado cântico angelical na bíblia do velho testamento até este momento. Não se vislumbra a possibilidade do exercício da música na eternidade, até o momento do nascimento de Jesus, na noite em que o verbo se fez carne e habitou entre nós. O acontecimento desta noite é tão prazeroso a comunidade celestial que pela primeira e única vez, a humanidade, representada pelos  pastores no campo, contempla estarrecida o relato de uma multidão de anjos cantando. Os cânticos de seres angelicais.

SUPERFICIALIDADE

É impressionante a gratuidade com que hoje em dia associamos a figura dos anjos com a música. É espantosa a superficialidade com que tratamos deste assunto. Os anjos cantaram, e homens viram isto! É absolutamente assombroso! Na verdade, este é o momento em que Deus determina ao homem conhecer uma das maiores revelações a respeito do reino porvir: Há música no céu! Os anjos cantam! É imprescindível este conhecimento do fato narrado.

ASSOCIAÇÃO DA ADORAÇÃO A ANJOS

Somente por três vezes na bíblia, no V.T., é associado indiretamente o cântico e a música aos anjos. No livro de Jó, quando fala que os filhos de Deus se regozijavam, festejavam  com a criação do universo; No livro de salmos, Sl 113, quando Davi ordena que os Ministros de Deus bendigam ao Senhor; e no livro de Ezequiel quando este fala dos instrumentos que foram feitos no dia da criação do príncipe de Tiro, onde o texto profético nos conduz diretamente aos fatos anteriores a da criação humana ao falar de um rei terreno com características que claramente fazem alusão a um ser angelical (pelo menos no início). Porém, o cântico angelical só foi testemunhado por homens no advento do Messias.

Quarto patamar

Um quarto processo ou patamar acontece para definir o caráter da adoração no novo testamento:

A PROFUNDIDADE DA OBRA DA REDENÇÃO

O entendimento da profundidade da obra redentora.

Na medida que os apóstolos meditam na pessoa e  na obra de Jesus, cânticos começam a brotar nas entrelinhas de  suas cartas às igrejas:

"Ó profundidade das riquezas e do conhecimento e da sabedoria de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis são os seus caminhos, quem conheceu a mente do nosso Senhor?"

"Ó morte! Onde está, ó morte, a tua vitória?"

"Quem nos condenará? Se antes é Cristo quem nos justifica?"

O ENSINO ATRAVÉS DOS CÂNTICOS

No intuito de ensinar sobre a pessoa de Cristo, o deleite com sua obra acabava por gerar "salmos" de adoração! Das profundezas de uma experiência pessoal com Cristo a emoção brotava dos depoimentos e ensino dos seus apóstolos. Do coração jorraram as palavras que deram origem aos primeiros cânticos cristãos.

"As nossas mãos tocaram a palavra da vida..."

O FRUTO DO LOUVOR

Os cânticos foram fruto do Espírito nos corações  dos crentes agradecidos,  e possuíam também os desígnios de ensino com que os Salmos do  ant. test. foram elaborados. Por diversas vezes nas introduções dos salmos vemos: "Do mestre de canto... para ensinar..." (como no salmo 60), Os salmos serviam para ensinar sobre:

1) A pessoa do e obra do Deus de Israel,

2) Dos seus atos poderosos,

3) Fatos proféticos da história de Israel,

4) O caráter do adorador

5) As obras divinas de Deus

assim como os hinos cristãos ensinavam aos novos crentes sobre a obra e a pessoa de Jesus.

Quinto patamar

A NOVA CONDIÇÃO

O quinto processo de definição do caráter da adoração neo-testamentária diz respeito a condição interna do crente do novo testamento,  uma nova e estranha condição -  a da presença permanente do Espírito Santo no seu interior.

A GLÓRIA

 A Shekináh, a glória que habitava o tabernáculo, agora habita o crente em Jesus. Esta glória divina, a própria presença de Deus, se move, flui e transborda, operando dons espirituais e manifestações diversas no crente, como acontecia nos profetas da velha aliança.

SUPERIORIDADE DA NOVA ALIANÇA

e muito além do que neles se operava, tendo em vista a superioridade da nova aliança sobre a antiga e alta posição do crente em Jesus, dada pelo próprio Jesus. À nova realidade da presença do Espírito soma-se a da transformação interior, a do novo nascimento.

NOVAS CRIATURAS

A realidade de sermos gerados novamente pelo Espírito. Novas criaturas que se renovam segundo o poder divino no seu interior. Esta presença trouxe ao crente uma nova dimensão de adoração, uma nova condição de adorador, a qual já fora antecipada através de Jesus quando falou a samaritana "nem aqui, nem em Jerusalém, meu pai busca adoradores que o adorem em espírito e verdade".

O ESPÍRITO SANTO

A interação do Espírito com o espírito humano nos trouxe os "gemidos inexprimíveis do Espírito Santo"; As manifestações proféticas como a revelação de Apocalipse; e as operações dos dons espirituais.

OS PROCEDIMENTOS PARA A NOVA REALIDADE

Por causa dessa nova realidade, na qual o crente contemporâneo já nasce imerso, foram dadas as instruções em ICo voltadas á aspectos comportamentais sobre o cantar com o espírito e sobre o cantar com a mente, desnecessárias ao crente da velha aliança, contudo importantes para quem vive sobre a diversidade das operações do Espírito. São inovadoras pelo aspecto de forçar o crente a visualizar que pode, no usufruto dos dons, cantar cânticos oriundos somente do seu espírito, sem que estes tenham se originado em sua mente!  Até este momento os Salmos eram recitados, decorados, e as suas melodias eram seculares, culturalmente passadas de geração em geração.

Observação:

O início de um Salmo é um instante de comunhão, uma interação do Espírito Santo e do sentimento do adorador. Uma vez escritos eles se tornaram patrimônio da Israel, porém com um caráter de REPETIÇÃO, litúrgicos, para serem lembrados, recitados.  Fim da observação.

OS SALMOS DADOS PELO ESPÍRITO SANTO

  Começará a existir na Igreja uma nova realidade: a dos cânticos dados pelo Espírito Santo, diretamente ao nosso espírito.

INSTANTANEIDADE

Note a instantaneidade, estes eram anteriormente inexistentes, e são dados, surgem DURANTE O CULTO.

Continuariam, logicamente, existindo os cânticos que são cantados com o entendimento, escritos, decorados. Só que cantados, como já foi dito, segundo uma nova visão. Essa visão é tão profunda que fez (como ainda faz) com que tais cânticos sejam cantados em situações difíceis

SOB PRESSÃO

  como por exemplo, quando os apóstolos são presos e açoitados e no meio da noite, feridos, lanhados, sangrando, acorrentados, famintos, glorificam a Deus.  

Sexto patamar

A ETERNIDADE

O sexto aspecto a considerar é o acesso concedido na nova dispensação a um lugar outrora desconhecido, o céu, como nos é demonstrado em Apocalipse

O DIREITO DE ACESSO

e cujo direito é explanado em Hebreus - "Tendo pois irmãos, intrepidez para entrar nos santos dos santos, pelo sangue de Jesus", trouxe-nos ainda maiores revelações sobre a adoração. O novo contexto da adoração é realmente extraordinário. É concedido ao crente do novo testamento os anseios milenares descritos no salmo 51: "Cria em mim um coração puro, ó Deus! E renova em mim um espírito reto!".  

O CUMPRIMENTO DO SALMO 51

É concretizado no crente a profecia de Jeremias que um dia Deus escreveria as suas leis, não em corações de pedra, mas de carne, quando concedesse novos corações ao seu povo.

QUEBRADAS AS BARREIRAS

Além disso, foram retiradas barreiras eternas e aproximou-se o céu à terra, como nem mesmo Adão o pode ver. O Adão terreno não conheceu a cidade celestial. Não tinha acesso ao céu. Na primeira vez que vemos o contato entre o homem e seres angelicais, contra todas as melhores expectativas, vemos uma cena entristecedora, angustiosa: seres calados, tendo em suas mãos espadas flamejantes em suas mãos, numa postura de guerra, expulsando o homem do pouco aproveitado Éden,  como "persona-non-grata".  

O NOVO ADÃO

Agora, um novo Adão, o homem segundo Cristo, pode ir muito além do jardim, se achegando ao um lugar mais admirável que o monte em chamas visto por Moisés quando a Lei foi entregue e mais admirável que o jardim no qual Adão andou.

 

VÓS TENDES CHEGADO

O texto de Hebreus se reveste de solenidade para declarar ao homem: "Vós tendes chegado a presença do Deus vivo e a dos muitos milhões de anjos e a presença dos espíritos dos justos aperfeiçoados."  Note bem: "Vós tendes chegado". Nós não iremos chegar algum dia no futuro a este lugar. Não será depois da morte ou da ressurreição ou no reino milenar de Cristo.  "Vós chegastes".  Já estamos numa condição de excelência, tendo direito, posição, capacitação e santificação em Cristo para uma comunhão como jamais o homem atingiu com seu Criador!  

HERDEIROS

O mistério da adoração pode ser cumprido de maneira plena hoje mesmo no nosso meio, devendo ser revestido da solenidade com que os anjos se revestem para exaltar a Deus, somados a intimidade que nos foi proporcionada pela adoção divina que nos transformou em filhos e herdeiros de Deus.

UMA VISÃO DE GLÓRIA

 

A visão de adoração para o crente do novo testamento é uma visão de glória. De comunhão com a glória, de manifestação da glória de Deus.

VISÃO DISTORCIDA

Como nos distanciamos da percepção correta do papel do adorador segundo o novo testamento. O crente moderno canta como se estivesse numa festa; a música tocada se confunde com shows; as letras não refletem a profundidade de adoração devida; os dirigentes não possuem o Temor necessário conduzindo os louvores sem vislumbrar a presença da glória de Deus;

SANTIFICAÇÃO

Os adoradores não se santificam para o momento de adoração; a música é usada como introdução ou finalização de um culto ou como participação num momento sem que as pessoas percebam que os céus são abertos e que o trono de Deus é colocado de certo modo em contato com a terra;

O CARÁTER SACERDOTAL

Os crentes esquecem seu caráter sacerdotal, de profetas, sua filiação e de que já não são somente homens, mas um povo que é morada do Deus vivo,

RAÇA DE GENTE RENASCIDA

Uma raça de gente renascida para adorar, que entra em contato com uma dimensão da eternidade onde milhões ou bilhões de anjos podem ser contemplados.

Esses princípios até aqui enunciados são princípios básicos de adoração. Semelhante a um segundo Grau ou curso técnico de louvor.

UNIVERSIDADE DO LOUVOR

A universidade ou o Ensino Superior do louvor começa na porta do livro de Apocalipse. A pós-graduação após o capítulo 19.

Quando entramos no livro da Revelação do Senhor Jesus, observamos as coisas até aqui invisíveis, a toda raça humana. Motivos desconhecidos da adoração são revelados. Em Apocalipse vemos pela primeira vez a adoração celestial!

A VISÃO DA ADORAÇÃO CELESTIAL

Vemos o serviço contínuo dos anjos, entendemos o destino eterno do adorador.  Olhamos aquilo que está sendo feito hoje nos céus. Vemos a continuação da obra redentora do Cordeiro que foi morto, mas que vive e com seu sangue comprou os homens de toda tribo, raça e nação.

No salmo 113 líamos a ordem dada aos anjos de bendizer ao Senhor, em Apocalipse vemos tais coisas acontecendo.

E vemos a chegada de um novo universo. Onde só existirão adoradores.

Sétimo patamar

O PATAMAR DOS MOTIVOS SUPERIORES.

Estamos meditando sobre o sétimo patamar que define o louvor e a adoração do novo testamento. O patamar dos motivos superiores. O da grandeza da obra realizada. O Israel do V.T. tinha motivos excelentes para glorificar a Deus. Milagres sem precedentes na história humana foram realizados para com Israel. Sua eleição no meio de todos os povos para ser o povo portador da mensagem de Deus. Um povo que teve a honra de ter o contato com anjos, um ministério profético, promessas jamais conferidas a povo algum.

É neste que nos encontramos.

Diante da realidade do céu. Em meio ao ministério de intercessão de Cristo. No final da história humana. Em meio a coisas tremendas e diante do cumprimento de outras extraordinárias.