A noite chamaram dia
os sonhos ganharam vida
E o tempo parou de novo
Disseram que em meio a tudo
Disperso em pensamentos
Mostrou-se o sentimento
E o coração escondido
Que a muito já não se via
Mostrou-se iluminado
haviam terrores plenos
Desciam dos morros ventos
Sorriu-me então a vida
Deixado pra sempre o medo
caído o desespero
e aviltada a desesperança!
Morreu a desgraça alheia
Findou a soberba humana
Os olhos deles brilharam
correram crianças doidas
cheias de tanta alegria
que pareciam foguetes
Brincavam em ruas claras
Cantaram em dias lindos
Como não se imaginava
Perdidas todas as letras
Redigidas contra o ódio
Que já não mais existia
E o coração suspirava
Enquanto brotava choro
De olhos tão sorridentes
Deixados pra trás as dores
fizeram pra si cabanas
abraçados entre as figueiras
Que enfim floresceram
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
A criança indobrável
A criança indobrável.
Desde ontem minha filha não anda.
O que a deixou assim não foi um acidente de carro, nenhuma síndrome rara, nem doença degenerativa paralizante (toc, toc, toc.).
O que a deixou presa à cama, ao colo ou rastejando (literalmente: ras-te-jan-do) pelo chão da casa foi um ridicularmente minúsculo arranhão no joelho.
(Fotografei sim, pra ninguém achar que eu tô relativizando a dor alheia).
Tudo começou com um tombinho bobo na escola. Quando eu fui buscar, estava andando quase normalmente. Ao chegar em casa, o arranhão virou uma enfermidade só menor do que o drama que a portadora do mesmo anda fazendo.
Esticar a perna? Nem pensar.
Apoiar o pé no chão? Nem com as piores chantagens emocionais.
Dar um passo? Só se for no colo de alguém, ou sentada de bunda no chão, arrastando o corpo com a força dos bracinhos.
(Deus me perdoe a comparação, mas ela tá "andando" igualzinha, igualzinha a uma mendiga aleijadinha que esmolava pelo Centro de Belo Horizonte quando eu era mais nova. Quem é daqui há de lembrar).
Isso desde ontem pela manhã.
Eu já tentei de tudo. Da infinita paciência materna, com direito a milhares de beijinhos e mãe faltando ao trabalho, até psicologias pouco ortodoxas, que incluem alguns berros e ameaças de palmada.
Não funciona.
Nada funciona.
Não consigo dobrar a Alice e fazê-la pelo menos tentar esticar a perna. Segundo ela, isso só vai acontecer quando a casquinha do machucado sumir, senão dói "muito, muito, muito, muito, muito, muito..."
(Persistindo esse veredicto, pelo pouco que eu conheço de processos cicatrizantes e Lei de Murphy, é altíssima a chance de eu embarcar para a Bahia, no domingo, com 14 kg no colo).
Como simpatizante de Leitura Corporal e outras abordagens holísticas para toda sorte de problemas, resolvi conversar a sério com o pai da criança:
- Ed, o que você acha que pode estar acontecendo?
- Como assim?
- Esse drama todo por causa desse joelho, o que será? Qual o recado que ela quer dar? Eu tô preocupada!
O pai, fiel a sua profunda formação zen-budista, filosofa:
- Juliana, já passou pela sua cabeça que a sua filha pode simplesmente ser uma chata?
Tem tanta gente chata e enjoada no mundo! Todas elas foram criança algum dia. Nossa filhinha querida também pode ser isso: uma mala!
É. Agora eu tô realmente mais calma.
: : Ju : :
http://mothern.blogspot.com/
Desde ontem minha filha não anda.
O que a deixou assim não foi um acidente de carro, nenhuma síndrome rara, nem doença degenerativa paralizante (toc, toc, toc.).
O que a deixou presa à cama, ao colo ou rastejando (literalmente: ras-te-jan-do) pelo chão da casa foi um ridicularmente minúsculo arranhão no joelho.
(Fotografei sim, pra ninguém achar que eu tô relativizando a dor alheia).
Tudo começou com um tombinho bobo na escola. Quando eu fui buscar, estava andando quase normalmente. Ao chegar em casa, o arranhão virou uma enfermidade só menor do que o drama que a portadora do mesmo anda fazendo.
Esticar a perna? Nem pensar.
Apoiar o pé no chão? Nem com as piores chantagens emocionais.
Dar um passo? Só se for no colo de alguém, ou sentada de bunda no chão, arrastando o corpo com a força dos bracinhos.
(Deus me perdoe a comparação, mas ela tá "andando" igualzinha, igualzinha a uma mendiga aleijadinha que esmolava pelo Centro de Belo Horizonte quando eu era mais nova. Quem é daqui há de lembrar).
Isso desde ontem pela manhã.
Eu já tentei de tudo. Da infinita paciência materna, com direito a milhares de beijinhos e mãe faltando ao trabalho, até psicologias pouco ortodoxas, que incluem alguns berros e ameaças de palmada.
Não funciona.
Nada funciona.
Não consigo dobrar a Alice e fazê-la pelo menos tentar esticar a perna. Segundo ela, isso só vai acontecer quando a casquinha do machucado sumir, senão dói "muito, muito, muito, muito, muito, muito..."
(Persistindo esse veredicto, pelo pouco que eu conheço de processos cicatrizantes e Lei de Murphy, é altíssima a chance de eu embarcar para a Bahia, no domingo, com 14 kg no colo).
Como simpatizante de Leitura Corporal e outras abordagens holísticas para toda sorte de problemas, resolvi conversar a sério com o pai da criança:
- Ed, o que você acha que pode estar acontecendo?
- Como assim?
- Esse drama todo por causa desse joelho, o que será? Qual o recado que ela quer dar? Eu tô preocupada!
O pai, fiel a sua profunda formação zen-budista, filosofa:
- Juliana, já passou pela sua cabeça que a sua filha pode simplesmente ser uma chata?
Tem tanta gente chata e enjoada no mundo! Todas elas foram criança algum dia. Nossa filhinha querida também pode ser isso: uma mala!
É. Agora eu tô realmente mais calma.
: : Ju : :
http://mothern.blogspot.com/
dinossauros cantam?
A Nina perguntou:
dinossauros cantam?
e a Fal respondeu:
Nina, minha flor
quando os dinossauros viviam
eles amavam
corriam para todo lado
e sim
cantavam de tudo
até fado!
Eles eram felizes então
não andavam de skate
nem de caminhão
não brincavam de bola
(mas também não iam à escola)
não tinham nem um tostão
E, ah!
adoravam uma canção!
Daí vieram tempos difíceis
complicados, bagunçados
meteoros, vulcões, era glaciais
trecos que tornavam as vidas dos dinossauros infernais
E os pobres dinossauros
foram banidos
mas não esquecidos
e agora, passado um tempão
(e depois que um tal de Darwin inventou a evolução)
os dinossauros inda cantam sim
mas só na nossa imaginação!
um beijo
Tia Fal.
http://mothern.blogspot.com/
dinossauros cantam?
e a Fal respondeu:
Nina, minha flor
quando os dinossauros viviam
eles amavam
corriam para todo lado
e sim
cantavam de tudo
até fado!
Eles eram felizes então
não andavam de skate
nem de caminhão
não brincavam de bola
(mas também não iam à escola)
não tinham nem um tostão
E, ah!
adoravam uma canção!
Daí vieram tempos difíceis
complicados, bagunçados
meteoros, vulcões, era glaciais
trecos que tornavam as vidas dos dinossauros infernais
E os pobres dinossauros
foram banidos
mas não esquecidos
e agora, passado um tempão
(e depois que um tal de Darwin inventou a evolução)
os dinossauros inda cantam sim
mas só na nossa imaginação!
um beijo
Tia Fal.
http://mothern.blogspot.com/
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Aniversário






Claudia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Hoje é o faustoso dia do aniversário de minha esposa.Muitos anos me suportando.
Então o parabens, a menina que casou comigo,Pela bravura!
A minha heróina de todos os diasbeijos
Claudia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Today is the birthday of lavish my wife.
Many years supporting me.
So congratulations, the girl who married me,
By bravery!
My heroine of everyday
Kisses
Meet Joe Black



Encontro marcado é um fime que mostra o mais
improvável dos romances.A Morte se torna o Brad Pitt que se apaixoa pela filha
do homem a quem veio buscar, o nobre Anthony Hopkins,
na mais austero papel de sua conturbada carreira. Hannibalque o diga. Claire Forlani deslumbrante, ainda que com
a pessoa errada, mesclando olhar triste e beleza singular,numa parábola estranha.
Estranho que um homem com o caráter apresentado busqueuma resposta em quem nada lhe pode responder.
O gerente da vida não foi convidado e deram o papel principalpara um serviçal.
E diferente do apresentado, não é de responsabilidade do Brad
dizer quem fica ou escolher quem vai.Mas, apesar da imperfeição da parábola,
para as meninas vale a contida atuação do Brad.Mesmo que ele fizesse papel de estátua, elas veriam o filme.
E para os meninos, babar com a beleza da Claire Forlani.An appointment is a movie that shows the most
unlikeliest of romances.
Death becomes the Brad Pitt that if apaixoa by daughter
the man who came for, the noble Anthony Hopkins,
in the more austere role of his troubled career. Hannibal
say so. Claire Forlani stunning, albeit with
the wrong person, merging sad look and unique beauty,
in a strange parable.
Strange that a man with the character presented search
one response in whom nothing you can respond.
The Manager of life was not invited and given the lead role
for a servant.
And unlike presented, is not the responsibility of Brad
say who stays or choose who will.
But despite the imperfection of the parable,
for girls the Valley contained performance of Brad.
Even if he did play statue, they would see the film.
And for boys, with the beauty of the drooling Claire Forlani.
Welington
O que faremos essa noite Cérebro?
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Festas hebraicas
Purim (Fiesta de la Suerte) – Libro de Ester Conmemora la historia de Ester cuando el rey Asuero advirtió el plan de Amán de aniquilar a toda la población judía de Persia. Purim es una celebración de acción de gracias por el coraje de los hechos de Ester y la fidelidad de Di-s. Pésaj (Pascua) – Éxodo 12Recuerda el Éxodo de Egipto. Un tiempo excelente para realizar la demostración de la Pascua judía, pero igualmente apropiada esta demostración para todo el año. Shavuot (Fiesta de las Semanas/Pentecostés) – Lev. 23:9-22 Conocida también como la Fiesta de los Primeros Frutos, celebra el tiempo de la entrega de la Ley a Moisés en el Monte Sinaí. A partir de Hechos 2:1-41 esta fiesta es una celebración del nacimiento de la Iglesia. Rosh Hashaná (Fiesta de las Trompetas) – Lev. 23:23-25 Celebra el comienzo del año judío civil. Es tanto un tiempo de gozo, como una ocasión sagrada (ver Nehemías 8:2,9-12). Iom Kipur (Día del Perdón) – Lev. 23:26-32 Es el día más santo del año judío. Un tiempo para considerar a Yeshúa (Jesús) como nuestro perdón. Sucot (Fiesta de los Tabernáculos) – Lev. 23:33-34 Sucot nos recuerda los 40 años de andar vagando en el desierto, viviendo en tiendas de campañas y adorando en un tabernáculo portable. Sucot también es conocida como la Fiesta de la Recolección – una fiesta maravillosa de la cosecha. Jánuca (Fiesta de las Luces/Dedicación) – Dan. 8:13,14 Jn 10:22-23 Jánuca conmemora la re-dedicación del Templo Santo en Jerusalén en el 165 a.e.c. Conlleva un gran significado para los cristianos hoy.
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